terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Repetindo 2006

Foto: Daniel Boucinha (Arquivo S.C. Internacional)


Dia 13 de janeiro, Inter e Esportivo adentram o gramado do estádio Montanha dos Vinhedos. O Colorado visa a disputa da Libertadores, que se inicia no próximo mês. Já o Alviauzl arrendonda a equipe para estreia no Gauchão, que ocorre daqui a alguns dias. Dentro de campo, a superioridade porto-alegrense se faz presente: vitória de 5 a 1 para os vermelhos. Bom, eu não sou vidente. Estes fatos narrados até agora descrevem o dia 13 de janeiro de 2006. Exatos quatro anos depois, Esportivo e Internacional se reencontram na mesma situação, no mesmo dia do calendário. Feliz coincidência para os colorados.

Nesta quarta-feira, o Inter entra em campo para tentar repetir não apenas a vitória do amistoso, mas o ano espetacular de 2006. Para quem não lembra, foi neste período que o clube venceu a Libertadores da América e o Mundial Interclubes. E tudo isso começou aqui, em Bento Gonçalves, diante do Esportivo. Naquela partida, Abel Braga - o técnico novo do Inter - tentava descobrir a equipe que utilizaria dias depois. Mesmo assim, poupava alguns titulares. Mandou a campo Marcelo Boeck; Ceará, Bolívar, Ediglê e Rubens Cardoso; Perdigão, Fabinho, Michel e Mossoró; Iarley e Luiz Adriano.

Enquanto o Tivo, de Nairo Pivatto, se defendia com Nivaldo; Felipe, Juliano, Fabrício e Jael; Bagé, Dega, Diogo e Fernando; Coletti e Valdiran. Logo aos 7 minutos de partida, o zagueiro Ediglê inaugurou o placar para o Inter. Menos de três minutos depois, Valdiran, de pênalti, igualava tudo. Porém, não demorou muito para que os colorados passassem à frente de novo, com dois gols do jovem Luiz Adriano.

No segundo tempo, com o ingresso dos suplentes, a goleada se completou. Gustavo Papa, de cabeça, e Léo, recém trazido do Paulista de Jundiaí, fecharam o placar. No final do jogo, o torcedor bento-gonçalvense voltou preocupado para casa, enquanto os vermelhos foram esperançosos com um ano melhor que o anterior. Dias depois, em um domingo, o Inter encerrou a sua pré-temporada com mais um amistoso - exatamente como acontecerá desta vez.

Resta saber até onde vão as coincidências. Repetindo-se as proporções, 2010 marcará a conquista da América e do Mundo pelos vermelhos. Resta saber se tudo não passa de uma paranoia ou de um deslumbre total. Mas isso a gente só vai poder falar no meio do ano.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Estamos indo de volta para casa


Foto: Victor Duarte (Especial /www.esportebr.com)
Pegou de surpresa a informação de que a delegação colorada voltará mais cedo para Porto Alegre. A diretoria do Inter achou melhor antecipar em dois dias o retorno para a Capital. A saída de Bento Gonçalves, antes prevista para o dia 19 de janeiro, agora ficou para o dia 17 (próximo domingo). O porquê não se sabe. Aliás, segundo a assessoria de imprensa do clube, os trabalhos estão agradando demais a comissão técnica, que não vê a necessidade de permanecer por mais de uma semana. Porém, os sinais demonstrados de forma subliminar fazem com que pensamos o contrário.

Quem foi ao jogo-treino de ontem, contra o time B, saiu da Fundação Geremia preocupado. Dos mais de vinte atletas utilizados, Walter (que está na equipe de baixo) foi o mais destacado. Nem Edu, Taisou ou Alecsandro - foi o jovem "Bigorninha" quem arrebentou com a tarde colorada. Fez gol, sofreu pênalti e deixou a defesa principal em alerta. Não fosse Giuliano marcar um golzinho no último minuto, o time da Libertadores empataria com o time do Gauchão. Todos sairam preocupados.

Inclusive o próprio Jorge Fossati está surpreso com a atuação dos seus comandados. Tanto é que fechou os treinos. Já nesta segunda, nenhum torcedor pode adentrar a Associação para ver de perto seus ídolos. O treinador disse que o Inter precisa se preparar melhor. Bom, quem precisa se preparar melhor não tem porquê antecipar o retorno da pré-temporada. Aliás, na quinta e sexta-feira o treino fechado se repete. Imagina em dia de Gre-Nal! É capaz da diretoria colorada fechar toda a Avenida Padre Cacique, em Porto Alegre, para que ninguém chegue perto das instalações do estádio Beira-Rio.

A desculpa utilizada pela diretoria vermelha para explicar este retorno repentino a Porto Alegre pegou muito mal. De duas, uma: ou o Inter está com vergonha do time que tem, ou está com medo de mais intimidações da torcida gremista. E, convenhamos, a última hipotese cairia melhor para os colorados. Bem que Fernando Carvalho poderia ir aos microfones para avisar que o Inter terminava sua pré-temporada por problemas de segurança - mesmo que este não fosse o principal problema. Ficaria feio para a cidade de Bento Gonçalves, mas nem tanto para o clube porto-alegrense.

Mas, como disse o próprio Fossati: "É importante o carinho do torcedor, mas também é a privacidade para poder corrigir o que está errado". Bom, então chegamos à conclusão de que há coisa errada e que os trabalhos não estão agradando tanto assim a comissão técnica. Fosse isso, o Inter não estaria contando os dias para ir embora. É uma pena!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Silas não conhece o Mário

Foto: Filipe Duarte (www.esportebr.com)
Chamou a atenção a entrevista concedida ainda ontem por Mário Fernandes, dizendo que este ano ele será zagueiro. O jovem defensor, logo na sua chegada ao Grêmio, foi protagonista de uma verdadeira "novela". Foi ele quem sumiu do mapa e dias depois foi encontrado no interior paulista, na casa de uns parentes. Depois, surpreendeu a imprensa e a torcida quando escalado na lateral-direita por Paulo Autuori. E o mais agravante de tudo era que a tal partida da estreia era nada mais nada menos que um Gre-Nal. Não um simples clássico, mas àquele que demarcou os 100 anos da rivalidade. E mesmo assim ele não decepcionou. Abraçou a vaga, até então ocupada por Ruy Cabeção, e atirou William Thiego no banco de reservas. Nem mesmo Joílson conseguiu lhe roubar a camisa 2.

Porém, apesar dos pesares, Mário deixou bem claro na entrevista de ontem: "Quero jogar de zagueiro!". Não interessa se a concorrência será muito maior, ele não se mixa. Rafael Marques, Réver e Maurício não assustam o garoto. Ele quer é ficar dentro da área mesmo. Nada de correr pelo lado do campo, subir e descer toda a extensão do gramado diversas vezes para cruzar algumas míseras bolas na goleira adversária. Mário quer ser zagueiro em 2010.

Entretanto, Silas, de certo, não conhece o Mário. E olha que este Mário não se esconde atrás do armário. Ele já assumiu sua posição. Mas o novo comandante gremista ainda não entendeu. Até mesmo por falta de opção, segue utilizando o jogador como lateral. Ainda hoje, nos treinos realizados em São Valentim, Silas reuniu seus canhotos de um lado (Lúcio, Fábio Santos e Bruno Collaço). Na ala oposta, olhou para o elenco e não viu ninguém. Então, chamou Henrique, que é volante e o colocou postado na direita. Procurou mais um pouco, pensou, e chamou Mário. Lá foi o garoto, solicito, mas visivelmente decepcionado.

Em um momento do treino, onde os laterais corriam até a linha de fundo e cruzavam para os atacantes, Mário troteou e escutou Silas berrar: "Tá muito lento!". Enfiou a bola na área e escutou: "Assim não!". Retornou para o meio do campo e ouviu: "Essa volta tem que ser mais rápida, Mário!". Bom, qualquer um, na situação de Fernandes, perderia a cabeça e xingaria Silas até o último fio de cabelo. Mas Mário manteve a calma e seguiu cruzando até o fim. Ao seu modo, é verdade. Contudo, ficou escancarado que em 2010 Mário será zagueiro mesmo. O Grêmio que vá atrás de um lateral!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Caos!


Foto: Filipe Duarte (www.esportebr.com)
Há uma semana, estávamos em êxtase. Não seria a primeira vez que Bento Gonçalves sediaria a pré-temporda da dupla Gre-Nal. O Inter vem para cá desde 2002, o Grêmio em 2005. No entanto, a novela que envolveu este período de preparações, nos deixou em um nirvana. O Grêmio, principalmente, foi alvejado por ofertas de Canela, Gramado e outras cidades, que pretendiam dar sede aos primeiros treinamentos da equipe tricolor. No final, graças ao esforço do consulado bento-gonçalvense, o Grêmio veio mais uma vez.

Porém, a euforia pelo recebimento, caiu por terra logo na chegada das equipes. E não por conta de uma decepção com esse ou aquele jogador - e eu confesso que isso seria menos aterrorizante. Tudo começou por causa dos outdoors. A Prefeitura de Bento colocou painéis para recepcionar a dupla Gre-Nal. Bravos com esta atitude, torcedores do Esportivo - clube da cidade -, picharam os artefatos (foto). Na terça-feira, a delegação do Inter subiu a Serra, e não bastando ter a oportunidade de ver seus ídolos de perto, os torcedores preferiram rasgar e destruir o outdoor do clube arquirrival. Um dia depois, justamente na chegada do Grêmio, foi a vez da torcida Tricolor mostrar a sua faceta viking. Pontapés no ônibus colorado, destruição do painel vermelho e apedrejamento de uma viatura da Brigada Militar. Foi o fim!

E eu que estava na expectativa por conhecer o salvador de 2010, olhava Guiñazu no treino do Inter e Leandro no treino do Grêmio. No entanto, eu me enganei. Deveria estar à procura de um super-herói: um Batman, um Superman, um Homem-Aranha... Sim, pois as cenas que assistimos em Bento Gonçalves são as mesmas que passaram nas telas do cinema, sobre Gotham City. Era o caos! Uma torre de Babel, onde ninguém fala a mesma língua. Embora todos vestissem a camisa azul, urravam como ursos, como lobos, enfim. Eram bárbaros! Não fãs do futebol.

Acontece que a prefeitura de Bento Gonçalves, que divulgou aos sete mares a vinda da dupla Gre-Nal, teve o feedback. Da mesma maneira que teve suas belezas exaltadas, teve suas mazelas expostas. As feridas ficaram escancaradas quando a diretoria do Inter, completamente amedrontada, propõe ao Grêmio o fim da pré-temporada em uma mesma cidade. Portanto, em 2011, Bento terá apenas um clube: isso se tiver alguém! Tudo por conta de irresponsáveis.

Agora imagine você, que em suas férias vai para a praia para fugir da rotina da cidade. Ou vai para o campo, para fugir do barulho da civilização. Pois assim pensavam Inter e Grêmio. A pré-temporada em Bento Gonçalves simbolizava toda a paz e o apoio que, de certa forma, não poderia ser encontrado em Porto Alegre. Era um diferencial. Agora não é mais. Somos os mesmos vândalos que colocaram fogo em banheiros químicos no Beira-Rio, somos os mesmos assassinos que mataram um torcedor na entrada do estádio Olímpico. É o fim do mundo! O esporte está invadindo a editoria policial.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

O próximo avião do Olímpico

Foto: Arquivo Grêmio.net

O torcedor gremista está ficando acostumado a ter beldades no estádio Olímpico. Em 2008, quando trouxe o meia Roger, o Grêmio fez desembarcar em Porto Alegre a atriz Deborah Secco. Aliás, cada vez que ela assistia aos jogos do namorado das tribunas do estádio, a torcida pouco olhava para dentro de campo. O que mais interessava era vislumbrar a ex-coelhinha da Playboy com a camisa tricolor. Pois no meio do ano a atriz foi embora para o Catar - ou melhor, Roger se foi para o futebol árabe, deixando a Geral um pouco mais triste.

Agora, um ano e meio depois, o sentimento é o mesmo. Quando Máxi López enviou sua decisão de não retornar a Porto Alegre via fax, uma metade do Rio Grande do Sul ficou mais triste. Nem tanto pela perda do atacante, mas pela ausência de Wanda Nara em 2010. A modelo argentina, conhecida pelos seus exuberantes dotes físicos, preferiu trocar a camisa do Grêmio e as tribunas de honra do estádio Olímpico pelas passarelas de Roma e pelo Coliseu. O porquê eu não entendo! O que os italianos têm que nós não podemos proporcionar? Talvez um salário em euros, que compre mais roupas, mais carros e encha mais a vida de Wanda de luxúria. Só isso! Do contrário, ela poderia estar ainda com sua filha no colo, assistindo ao marido vencer o Anapolina pela Copa do Brasil.

Resta saber agora qual será a nova beldade a pousar no Olímpico. Vale lembrar que tanto Roger quanto Máxi não estiveram em Bento Gonçalves realizando a pré-temporada antes de atuar por campeonatos. Por isso, quando a delegação gremista subir a Serra Gaúcha nesta quarta-feira, o torcedor não precisa chorar. Uma porque William, ex-Avaí, já foi apresentado e será o substituto do Xuxa. E outra, porque ainda tem tempo da diretoria buscar um novo reforço para as tribunas de honra do estádio Olímpico.

Brincadeiras à parte, atitudes como a de Roger e Máxi López comprovam que não basta ser o rei do meio-campo ou o dono da grande área se, em casa, quem manda é a mulher. Mas que o Olímpico fica mais bonito com Wanda e Deborah, ah, fica!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Vale a pena ver de novo


Estava assistindo pela televisão a um canal de esportes nesta manhã. No ar, um programa com debates futebolísticos. Os jornalistas, todos, do centro do país. Cariocas e paulistas comentando as contratações do futebol brasileiro. Loco Abreu no Botafogo, Marcelinho Paraíba no São Paulo e volta e meia um repórter entrava ao vivo com informações do Parque São Jorge, aonde iria se apresentar o lateral Roberto Carlos. Até que iniciou o assunto Libertadores da América. Bastou para que Flamengo e Corinthians fossem apontados como favoritaços ao título. Foi aí que me lembrei do ano de 2006.

Naquele ano, o Inter vinha completamente frustrado com um vice-campeonato brasileiro. No centro do país, a festa era total dos corintianos, que finalmente iriam vencer a competição continental. Havia aqueles que também apontavam o São Paulo, atual campeão mundial, como candidato ao bicampeonato. Ainda mais porque o bicho-papão Boca Juniors não estaria presente na edição daquele ano. Porém, esqueceram-se que Goiás, Palmeiras, Inter e Paulista também participariam do torneio. E assim, chego às mesmas conclusões neste início de 2010.


Há quatro anos, o Inter pouco se reforçava para a Libertadores: Fabiano Eller, Rubens Cardoso e Fabinho foram as únicas contratações - além é claro do anúncio de que Abel Braga seria o treinador do time. Enquanto isso, o São Paulo anunciava Muricy Ramalho, contratava Ricardo Oliveira e, ainda por cima, mantinha o elenco vencedor do ano anterior. No Corinthians campeão brasileiro, se juntavam a Tevez (foto) e Nilmar o meia Ricardinho - para delírio da Gaviões da Fiel.

Pois agora, a discussão é a mesma. Flamengo de Adriano e Corinthians de Ronaldo se reforçam e saltam como favoritos. Enquanto o Colorado faz desembarcar uma aposta chamada Thiago Humberto, um desconhecido Nei e um estrangeiro para a lateral-direita que atende pelo nome de Bruno Silva. E, para comandar essa trupe, um novo treinador: Jorge Fossati. Com isso, não resta outra questão senão a de que os jornalistas do centro do país são cegos e não enxergam os gaúchos. O Inter já provou em 2006 e o Grêmio em 2007 que para incomodar numa Libertadores não é preciso de galáticos. Pelo visto, os colorados querem reeditar o ano mais vitorioso de sua história em 2010. Vale a pena ver de novo.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Perspectiva zero

Foto: AP
Final de ano é sempre igual. Retrospectiva dos fatos que marcaram os últimos 365 dias. O próprio EsporteBR fez isso ontem. Porém, o difícil é fazer perspectivas para o próximo ano. Se bem que tem gente que se arrisca a dar os seus pitacos. Há os babalorixás e os caboclos que jogam pedrinhas e nos trazem a previsão do futuro. Recentemente me peguei olhando um vídeo sobre as perspectivas para a dupla Gre-Nal em 2010. Conforme as previsões, o Grêmio será o campeão gaúcho e incomodará na Copa Sul-Americana, enquanto o Inter decepcionará seus torcedores.

Bom, confesso que não levo muita fé nos búzios. Existe, inclusive, a afirmação de que se macumba realmente desse certo, o Campeonato Baiano terminaria sempre empatado. Porém, relevemos as afirmações dos orixás. Não precisamos ter pano na cabeça para prever o que me mostrou o tal vídeo. No Gauchão, querendo ou não, a dupla Gre-Nal sempre se sobressai - até mesmo pelas condições financeiras, comparadas ao interior. Uma vez que outra um dos dois patina e cai fora antes do esperado. Geralmente isso acontece com aquele que está na Libertadores, já que a dedicação ao certame estadual fica sempre em segundo plano. Portanto, não chega a ser uma obra de advinho enxergar o Grêmio campeão gaúcho, até porque o Inter já manifestou que mandará a campo um time B. Contudo, é bom ganhar Gauchão, mas o torcedor sempre espera algo mais. Desde que Falcão e Cia mostraram que se podia vencer o Brasileirão, e Renato ensinou o caminho das Américas, a dupla Gre-Nal não se satisfaz apenas com o "Ruralito".

E para alcançar tais feitos, o buraco é mais embaixo. Tanto Grêmio quanto Inter não empolgam o seu torcedor. Não trazem reforços de peso e, muito pelo contrário, ainda vão se desfazendo do pouco que têm. O que mais me espanta é a informação de que o Tricolor teve Cláudio Bieler (foto) oferecido e nem deu bola. Ora, o atacante argentino só não fez chover nesta última temporada. Goleador da LDU, o castelhano levantou os canecos da Recopa e Sul-Americana. Porém, a desculpa da direção gremista é de que querem resolver o problema com Máxi López, para depois buscar um reforço. Até lá, Bieler será anunciado por outro clube e o Grêmio terá de se apoiar em um Herrera da vida.

Da mesma forma, o Inter apresenta reforços: Bruno Silva, Thiago Humberto, Wilson Mathias e Erick Flores. Bom, certa vez, um amigo me disse que jogador com nome composto sempre traz desconfiança. E de pronto me lembro de Danilo Silva, Ricardo Lopes e Luiz Carlos. Realmente, 2010 não me traz boas perspectivas para a dupla Gre-Nal. Que assustador!