Gaúcho do Alegrete, João Saldanha foi um jornalista que exerceu a profissão no Rio de Janeiro, antes de assumir o Botafogo e a Seleção Brasileira como treinador. No comando do escrete, recebeu a alcunha de “João Sem-Medo”. Tudo porque, às vésperas da Copa do Mundo de 1970, recebeu o ‘pedido’ do presidente da república Emílio Garrastazu Médici para convocar Dadá Maravilha. E, com isso, apenas respondeu: “Ele escala o Ministério, eu a Seleção”. E isso aconteceu no auge da ditadura militar no Brasil.
Como resultado (direto ou indireto), João acabou demitido do cargo e para seu lugar foi chamado o ex-jogador Zagallo. O “velho Lobo” enfim convocaria Dadá e venceria a Copa no México. Não me arrisco a dizer que Saldanha teria o mesmo destino vencedor, porém admiro-o pela convicção. Felipão e Dunga viriam a fazer o mesmo anos depois, um em 2002 o outro em 2010, com Romário e Neymar, respectivamente. Independente do sucesso – ou não – de seus trabalhos, parece que a convicção é um dom rio-grandense.
Nesta quinta-feira, o que mais se ouve são críticas ao técnico colorado Dorival Júnior. Os mais ferozes o chamam de medroso por ter modificado o time do Inter, armando um esquema mais defensivo para encarar o Santos. O resultado foi desastroso. Mas, conhecendo os antigos trabalhos de Dorival, arrisco-me a perguntar: será que o time com três volantes foi mesmo uma ideia do treinador? Ao final do jogo, ele limitou-se a explicar que a escolha passou por “um problema interno” com Dagoberto – o atacante sacado. Teria Júnior passado pelo mesmo problema de Saldanha? Se realmente passou, não soube sair-se dele com a mesma habilidade do “João Sem-Medo”. Deixou o presidente escalar o Ministério e a Seleção.
quinta-feira, 8 de março de 2012
quarta-feira, 7 de março de 2012
O Barcelona e o Mazembe
A noite desta quarta-feira não foi feita para os colorados sorrirem. Quando os heroicos torcedores do Inter, que foram ao litoral paulista, entraram na Vila Belmiro, sentindo-se minoria em frente à quantidade de santistas no estádio, trataram de gritar “Barcelona”. Era uma provocação para o clube que, no final do ano passado, perdeu para os espanhóis o título do Mundial. Mas os donos da casa não deixaram por menos e trataram de berrar “Mazembe” nos ouvidos vermelhos – uma lembrança da dolorida eliminação na semifinal do Mundial de 2010 pelos gaúchos.
Enfim, os santistas não precisavam ter ido tão baixo para atacar o Internacional. Poderiam simplesmente exaltar o nome de seu próprio clube. Ou melhor, seu atacante. Neymar foi simplesmente o dono do jogo. Não só marcou os três gols da vitória por 3 a 1, como brincou com a defesa colorada. Deixou o estapafúrdio esquema de Dorival Júnior em segundo plano. Enfim, a lembrança do Barça prejudicou ao próprio Inter. Não se deve tirar sarro de quem perde para os catalães. Eles simplesmente não são deste planeta! Coincidentemente, aquele tal de Messi, justamente hoje em que o Santos assombrou o Inter, simplesmente fez cinco na goleada por 7 a 1 sobre o Bayern Leverkusen.
Mas, assim como é injusto citar o Barcelona como corneta, igual é falar em Mazembe. Os santistas não tinham este direito em judiar tanto dos colorados. Há um dia na vida em que o “menor” consegue se sobrepor. Veja o River Plate do Sergipe! Quem em sã consciência diria que ele iria impor tanta dificuldade ao Grêmio, na estreia pela Copa do Brasil? Pois foi o que aconteceu na vitória suada, de virada, por 3 a 2. Porém, antes das lágrimas escorrerem pelo Rio Grande, já antecipo: chega de lamúria! A Copa do Brasil ainda não terminou para o Tricolor, assim como a Libertadores continua para o Colorado. Os únicos que podem chorar são os alemães do Leverkusen. Esses sim, podem se esconder em casa por alguns dias.
Enfim, os santistas não precisavam ter ido tão baixo para atacar o Internacional. Poderiam simplesmente exaltar o nome de seu próprio clube. Ou melhor, seu atacante. Neymar foi simplesmente o dono do jogo. Não só marcou os três gols da vitória por 3 a 1, como brincou com a defesa colorada. Deixou o estapafúrdio esquema de Dorival Júnior em segundo plano. Enfim, a lembrança do Barça prejudicou ao próprio Inter. Não se deve tirar sarro de quem perde para os catalães. Eles simplesmente não são deste planeta! Coincidentemente, aquele tal de Messi, justamente hoje em que o Santos assombrou o Inter, simplesmente fez cinco na goleada por 7 a 1 sobre o Bayern Leverkusen.
Mas, assim como é injusto citar o Barcelona como corneta, igual é falar em Mazembe. Os santistas não tinham este direito em judiar tanto dos colorados. Há um dia na vida em que o “menor” consegue se sobrepor. Veja o River Plate do Sergipe! Quem em sã consciência diria que ele iria impor tanta dificuldade ao Grêmio, na estreia pela Copa do Brasil? Pois foi o que aconteceu na vitória suada, de virada, por 3 a 2. Porém, antes das lágrimas escorrerem pelo Rio Grande, já antecipo: chega de lamúria! A Copa do Brasil ainda não terminou para o Tricolor, assim como a Libertadores continua para o Colorado. Os únicos que podem chorar são os alemães do Leverkusen. Esses sim, podem se esconder em casa por alguns dias.
terça-feira, 6 de março de 2012
O mandamento do volante
Certa vez, no Olímpico, estava assistindo ao treino do Grêmio, quando Celso Roth esbravejou com Adílson: “Qual é o mandamento do volante?”. O alemão balbuciou algo e a bola voltou a rolar. Não me aguentei e, ao final da atividade, na entrevista do treinador, tive de perguntar: “Roth, qual é o mandamento do volante?”. Ele riu e me respondeu: “Qual é a função do volante? O volante de um carro dirige, não é? Então, o jogador desta posição tem de fazer o mesmo, dirigir o time”. A imagem de Celso é quase um sinônimo de volante. Com ele, Giuliano foi reserva de Wilson Mathias, e Ronaldinho Gaúcho suplente de Itaqui. E o pior é que ele, quando atleta no Juventude, curiosamente, era lateral.
Acontece. Alguns
treinadores de futebol são fãs dos volantes – quanto mais brucutu, melhor! O
Santos de 2010, por exemplo, fez exatamente o contrário. Abriu mão de todos os
marcadores para mandar a campo um 4-3-3. Arouca e Wesley eram os jogadores mais
defensivos do meio-campo. Quase um disparate para nós, gaúchos! Os santistas
levavam gol em todos os jogos (às vezes até mais de um). Mas nunca, eu disse
nunca, deixavam de marcar gols. Foi o ano em que o país se encantou com o
futebol de Paulo Henrique Ganso, Neymar e André – campeões da Copa do Brasil.
E, à frente
daquele time, estava Dorival Júnior. Sim, o atual comandante do Internacional,
foi responsável pelo “abominável” ato de exterminar os primeiros volantes da
equipe. Pois nesta quarta-feira, quando tem de retornar à Vila Belmiro, para
enfrentar este Santos, agora no comando colorado, Dorival rasga sua própria
cartilha. Retira Dagoberto do time, um atacante, e posiciona três volantes
atrás: Bolatti, Elton e Guiñazu. Enfim, ele foi capaz de sacar os “lenhadores”
de campo, porque trazê-los de volta? Será que os gaúchos não estão preparados
para este tratamento de choque? Eu diria mais, Júnior sabe o que lhe espera no
litoral paulista, por isso arma uma retranca das brabas. Se fez certo, só
saberemos na quinta. O mandamento, desta vez, falou mais alto.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Foi um River que passou
A delegação gremista iniciou na noite desta segunda-feira a viagem para Sergipe, onde, na próxima quarta, estreia na Copa do Brasil. O adversário será o River Plate. Não o argentino, pois aí não seria uma competição brasileira, mas o de Carmópolis. Sim, uma cidade a 30km de Aracaju. É uma prova viva da queda do clube porto-alegrense nesta última década.
Há exatos 11 anos, o Grêmio, então treinado por Tite, tratava de vergar o verdadeiro River, o de Buenos Aires, no Monumental de Nuñez, pela Copa Mercosul, por 4 a 2. No ano seguinte, pela Libertadores, a vitória foi por 2 a 1 na Argentina, mas no Olímpico foram impiedosos 4 a 0. E o River, mesmo não sendo aquele velho River de Francescoli, não era dos piores. Vestiam a camisa dos “millionários”, por exemplo, jogadores do calibre de Ortega, Cavenaghi, Máxi López, Cambiasso e um tal Andrés D’Alessandro – então com 20 anos de idade.
Em um destes confrontos, o “Cabezón” deixou o campo inteiramente chateado por não poder repetir os grandes feitos dos anos 80 e 90 de seu time. Trocou a camisa com algum atleta gremista e saiu de campo trajando o número 24 do Tricolor. Foi a última vez que os dois clubes se enfrentaram. Quem sabe o sentimento da derrota tenha ficado gravado na memória daquele jovem argentino, que mais tarde se transferiria para o maior rival (Inter), disposto a infernizar a vida de seus antigos algozes. O que interessa é que este River de agora, do Sergipe, nem de longe é aquele clube do Rio da Prata. Ou será que eles guardam um D’Alessandro em Aracaju?
Há exatos 11 anos, o Grêmio, então treinado por Tite, tratava de vergar o verdadeiro River, o de Buenos Aires, no Monumental de Nuñez, pela Copa Mercosul, por 4 a 2. No ano seguinte, pela Libertadores, a vitória foi por 2 a 1 na Argentina, mas no Olímpico foram impiedosos 4 a 0. E o River, mesmo não sendo aquele velho River de Francescoli, não era dos piores. Vestiam a camisa dos “millionários”, por exemplo, jogadores do calibre de Ortega, Cavenaghi, Máxi López, Cambiasso e um tal Andrés D’Alessandro – então com 20 anos de idade.
Em um destes confrontos, o “Cabezón” deixou o campo inteiramente chateado por não poder repetir os grandes feitos dos anos 80 e 90 de seu time. Trocou a camisa com algum atleta gremista e saiu de campo trajando o número 24 do Tricolor. Foi a última vez que os dois clubes se enfrentaram. Quem sabe o sentimento da derrota tenha ficado gravado na memória daquele jovem argentino, que mais tarde se transferiria para o maior rival (Inter), disposto a infernizar a vida de seus antigos algozes. O que interessa é que este River de agora, do Sergipe, nem de longe é aquele clube do Rio da Prata. Ou será que eles guardam um D’Alessandro em Aracaju?
sexta-feira, 2 de março de 2012
Construção atrasada
Nesta sexta-feira, recebemos uma mensagem bem humorada e criativa na Rádio O Sul. Um ouvinte disse que não suportava mais ouvir falar de obras do Beira-Rio, que chegava a sair pó de cimento das caixas de som. Embora o fato jornalístico se imponha, o rapaz não deixa de ter razão. Nem eu aguento mais falar em tijolo! Nosso assunto é futebol, né?!
Pois bem, dentro de campo, as reformas não deixam de estar atrasadas também. Veja o caso do próprio Inter, em que o reserva de Nei segue sem aparecer. Nos coletivos, enquanto o ‘carequinha’ não se recupera totalmente da cirurgia no joelho, Elton treina entre os titulares e Fransérgio nos reservas. Dois volantes! E Índio, quando se machuca, é substituído por Bolívar. Não há novidades. Naldo, Alex Silva e Rafael Tolói não chegaram ao Beira-Rio, então Dorival trabalha com o que tem. E, desta vez, não adianta culpar a Andrade Gutierrez!
No Grêmio, muito pelo contrário, as contratações não param de chegar. A etapa de inscrições para o Gauchão se encerra e continua se falando em busca por reforços. Depois de ver desembarcar os jogadores Pará e Werley no Olímpico, o torcedor ouve boatos sobre Alex ‘Cabeção’ e vê a situação de Cristian Rodríguez esfriar. Outras indicações de Luxa ainda aparecem na pauta, como Madson, Martinez e Jorge Wagner. Realmente, Porto Alegre está transformada em um canteiro de obras sem fim.
Pois bem, dentro de campo, as reformas não deixam de estar atrasadas também. Veja o caso do próprio Inter, em que o reserva de Nei segue sem aparecer. Nos coletivos, enquanto o ‘carequinha’ não se recupera totalmente da cirurgia no joelho, Elton treina entre os titulares e Fransérgio nos reservas. Dois volantes! E Índio, quando se machuca, é substituído por Bolívar. Não há novidades. Naldo, Alex Silva e Rafael Tolói não chegaram ao Beira-Rio, então Dorival trabalha com o que tem. E, desta vez, não adianta culpar a Andrade Gutierrez!
No Grêmio, muito pelo contrário, as contratações não param de chegar. A etapa de inscrições para o Gauchão se encerra e continua se falando em busca por reforços. Depois de ver desembarcar os jogadores Pará e Werley no Olímpico, o torcedor ouve boatos sobre Alex ‘Cabeção’ e vê a situação de Cristian Rodríguez esfriar. Outras indicações de Luxa ainda aparecem na pauta, como Madson, Martinez e Jorge Wagner. Realmente, Porto Alegre está transformada em um canteiro de obras sem fim.
quinta-feira, 1 de março de 2012
A maldição dos 23 anos
No ano passado, a cantora britânica Amy Winehouse faleceu por overdose de álcool e drogas. Aos 27 anos, encerrava uma das carreiras mais promissoras do mundo musical. Ao mesmo tempo que se lamenta, trata-se com espanto: ela faz parte de um seleto “grupo” que possui outros astros mortos com a mesma idade. Entre eles, Brian Jones, Janis Joplin, Jim Morrison, Jimi Hendrix e Kurt Cobain. É a famosa maldição dos 27.
Por que isso acontece? Seria um caso de estudo científico? Quem sabe há uma explicação, algo como vida útil, depois de alguns anos misturando palco, drogas e fama. Sei lá! Só sei que nesta quinta-feira o Grêmio inaugurou um novo “grupo” no Estádio Olímpico: o dos 23. Ao apresentar Werley, emprestado pelo Atlético-MG, o clube cria um rol de zagueiros com 23 anos. Juntam-se ao novo reforço, Vilson e Naldo – os mais ‘experientes’ do elenco. Atrás, ainda aparecem Douglas Grolli (22), Saimon (21) e Pablo (20). É quase uma creche - isso excluindo a improvisação do volante Gilberto Silva na zaga.
Não quero dizer com isso que é necessário ter zagueiros velhos no elenco. Índio, no Beira-Rio, por exemplo, é um caso raro, aliando força e técnica no auge de seus 37 anos. Mas, sinceramente, o que espera o Grêmio ao trazer Werley. Para aqueles que enxovalharam Rafael Marques em Porto Alegre, este novo atleta tricolor era seu reserva em Minas Gerais. Então é ele a salvação? Com todo o respeito, mas se a vida dos rockeiros foi marcada para acabar aos 27, a dos zagueiros gremistas, invariavelmente, será encerrada aos 23. Todos juntos.
Por que isso acontece? Seria um caso de estudo científico? Quem sabe há uma explicação, algo como vida útil, depois de alguns anos misturando palco, drogas e fama. Sei lá! Só sei que nesta quinta-feira o Grêmio inaugurou um novo “grupo” no Estádio Olímpico: o dos 23. Ao apresentar Werley, emprestado pelo Atlético-MG, o clube cria um rol de zagueiros com 23 anos. Juntam-se ao novo reforço, Vilson e Naldo – os mais ‘experientes’ do elenco. Atrás, ainda aparecem Douglas Grolli (22), Saimon (21) e Pablo (20). É quase uma creche - isso excluindo a improvisação do volante Gilberto Silva na zaga.
Não quero dizer com isso que é necessário ter zagueiros velhos no elenco. Índio, no Beira-Rio, por exemplo, é um caso raro, aliando força e técnica no auge de seus 37 anos. Mas, sinceramente, o que espera o Grêmio ao trazer Werley. Para aqueles que enxovalharam Rafael Marques em Porto Alegre, este novo atleta tricolor era seu reserva em Minas Gerais. Então é ele a salvação? Com todo o respeito, mas se a vida dos rockeiros foi marcada para acabar aos 27, a dos zagueiros gremistas, invariavelmente, será encerrada aos 23. Todos juntos.
Seleção da Taça Piratini 2012
Em um primeiro turno de Gauchão onde a dupla Gre-Nal foi mera figurante, os clubes do Interior mostraram suas armas – principalmente o Caxias, campeão.
Goleiro: Paulo Sérgio (Caxias) – Ganhou a vaga quando, na semifinal, contra o Grêmio, defendeu a penalidade de Marco Antônio e, depois, converteu a cobrança que colocou o time grená na final. Depois, ainda brilhou contra o Nóia.
Lateral-direito: Rafael Mineiro (Juventude) – Vinha bem no campeonato e, infelizmente, acabou se lesionando na reta final. Coincidentemente ou não, quando virou desfalque, o time caiu diante do Novo Hamburgo, na semifinal.
Zagueiro: Lacerda (Caxias) – Capitão do time da Serra, comandou a defesa grená, a menos vazada do primeiro turno.
Zagueiro: Índio (Inter) – Do alto de seus 37 anos, o defensor parece estar vivendo a melhor fase da carreira. Com físico em plena forma, não teve culpas na eliminação no Gre-Nal.
Lateral-esquerdo: Fabinho (Caxias) – É um dos grandes nomes da equipe campeã, sem dúvidas. Alia velocidade e técnica.
Volante: Umberto (Caxias) – É a força e pegada no meio-campo grená. Merece destaque entre os meias do certame.
Volante: Fernando (Grêmio) – O guri se firmou de vez no time gremista, empurrando Gilberto Silva para a zaga. Ainda se notabilizou por cobranças de falta que se transformaram em gols nesta temporada.
Meia: Oscar (Inter) – Antes da eliminação no Gre-Nal, a equipe colorada encantou a crítica e muito disso se deve ao bom futebol do jovem meio-campista, que não se abalou diante do imbróglio judicial com o São Paulo.
Meia: Clayton (Novo Hamburgo) – Não fosse a lesão que sofreu durante o campeonato, e alguns problemas de comportamento (pelo que se diz), poderia ter se destacado ainda mais. Mesmo assim, deixou ótima impressão.
Atacante: Kleber (Grêmio) – Enquanto o Tricolor tropeçava em campo, muito por conta das indefinições do técnico Caio Júnior, o atacante acabou se destacando. No Gre-Nal das quartas de final, foi a figura principal.
Centroavante: Vanderlei (Caxias) – Rápido, o jogador deixou sua marca nas redes em quatro oportunidades. Na última, decretou o título para os caxienses.
Técnico: Paulo Porto (Caxias) – Conseguiu repetir os trabalhos de Lisca e Julinho Camargo, fazendo o time grená brilhar no certame. Porém, foi ainda mais longe, erguendo o troféu.
Goleiro: Paulo Sérgio (Caxias) – Ganhou a vaga quando, na semifinal, contra o Grêmio, defendeu a penalidade de Marco Antônio e, depois, converteu a cobrança que colocou o time grená na final. Depois, ainda brilhou contra o Nóia.
Lateral-direito: Rafael Mineiro (Juventude) – Vinha bem no campeonato e, infelizmente, acabou se lesionando na reta final. Coincidentemente ou não, quando virou desfalque, o time caiu diante do Novo Hamburgo, na semifinal.
Zagueiro: Lacerda (Caxias) – Capitão do time da Serra, comandou a defesa grená, a menos vazada do primeiro turno.
Zagueiro: Índio (Inter) – Do alto de seus 37 anos, o defensor parece estar vivendo a melhor fase da carreira. Com físico em plena forma, não teve culpas na eliminação no Gre-Nal.
Lateral-esquerdo: Fabinho (Caxias) – É um dos grandes nomes da equipe campeã, sem dúvidas. Alia velocidade e técnica.
Volante: Umberto (Caxias) – É a força e pegada no meio-campo grená. Merece destaque entre os meias do certame.
Volante: Fernando (Grêmio) – O guri se firmou de vez no time gremista, empurrando Gilberto Silva para a zaga. Ainda se notabilizou por cobranças de falta que se transformaram em gols nesta temporada.
Meia: Oscar (Inter) – Antes da eliminação no Gre-Nal, a equipe colorada encantou a crítica e muito disso se deve ao bom futebol do jovem meio-campista, que não se abalou diante do imbróglio judicial com o São Paulo.
Meia: Clayton (Novo Hamburgo) – Não fosse a lesão que sofreu durante o campeonato, e alguns problemas de comportamento (pelo que se diz), poderia ter se destacado ainda mais. Mesmo assim, deixou ótima impressão.
Atacante: Kleber (Grêmio) – Enquanto o Tricolor tropeçava em campo, muito por conta das indefinições do técnico Caio Júnior, o atacante acabou se destacando. No Gre-Nal das quartas de final, foi a figura principal.
Centroavante: Vanderlei (Caxias) – Rápido, o jogador deixou sua marca nas redes em quatro oportunidades. Na última, decretou o título para os caxienses.
Técnico: Paulo Porto (Caxias) – Conseguiu repetir os trabalhos de Lisca e Julinho Camargo, fazendo o time grená brilhar no certame. Porém, foi ainda mais longe, erguendo o troféu.
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