A dupla Gre-Nal pode saudar a si mesma por ter, finalmente, dois bons treinadores em um mesmo momento. As vitórias deste final de semana, contra Palmeiras e Bahia, foram construídas muito graças às aptidões de seus comandantes. Trocas corretas, escalações sensatas e bom domínio de vestiário. E imaginar que alguns fiscais e “estudiosos” do futebol andaram cobrando registros profissionais recentemente de ambos... É de rir!
Fernandão até vá lá. Como começou agora, até se entende que parte da imprensa e torcida duvidasse de suas ideias como técnico. Porém, bastaram quatro rodadas para ele mostrar que sabe muito bem colocar a teoria em prática. Sem peças importantes do elenco, vem fazendo o Internacional pontuar na tabela e figurar entre os postulantes a G-4. Mas o que dizer de Vanderlei Luxemburgo? Alguém que chegou a ser conhecido como ‘Mr. Brasileirão’ precisa portar carteirinha de treinador para exercer a profissão? Pois foi o que ocorreu no início do ano, em Sergipe, quando o Grêmio enfrentou o River Plate pela Copa do Brasil.
A única função que deve ser profissionalizada no meio futebolístico é a arbitragem. Essa sim, anda vergonhosa! Não vou entrar nos méritos dos erros ou acertos do juiz que atuou no Olímpico este domingo - até acho que o placar seria favorável aos gremistas de qualquer maneira. Mas até quando teremos dirigentes reclamando acintosamente no final das partidas como fizeram os baianos? A arbitragem que hoje afaga, amanhã escarra. O quadro de árbitros da CBF chora de fraco. Poucos são os juízes que escapam da crítica. Portanto, mando o recado aos fiscais dos Conselho Regional de Educação Física (CREF) espalhados pelo país: não cobrem registro profissional dos treinadores, mas dos árbitros brasileiros.
domingo, 5 de agosto de 2012
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
A vida sem Damião
O Internacional terá uma missão complicada nesta rodada. Sempre encarar o Palmeiras em São Paulo é complicado. Que o digam os adversários da Copa do Brasil, que viram Felipão levar seus comandados ao título invicto. Entretanto, no ano passado, no Pacaembu, a história foi totalmente favorável aos colorados. Graças a Leandro Damião, que patrolou a defesa palmeirense, anotando os três gols da vitória por 3 a 0 – no último chegou a driblar até mesmo o experiente goleiro Marcos. Pois neste sábado o centroavante não estará em campo. Será possível repetir a dose sem ele?
Damião é o artilheiro colorado na temporada 2012. Anotou 20, dos 79 gols, tendo atuado em 70% das partidas. Somente no Brasileirão, esteve em 6 das 13 rodadas, e marcou apenas 3 gols. No entanto, com seu camisa 9 em campo, o Inter tem aproveitamento de 72%. Sem ele, o rendimento cai para 47,6%. Desde que Leandro foi para Londres com a Seleção Brasileira Olímpica, o Inter ganhou 8 dos 15 pontos disputados. Em 5 jogos, marcou 6 gols (sendo 4 diante do Atlético-Go). Enfim, não são números de encher os olhos.
Enquanto isso, nas Olimpíadas, Mano Menezes fica em dúvida se aposta em Damião, ou confirma Alexandre Pato como titular do ataque. Já a direção vermelha não sabe se contará com um substituto imediato para seu artilheiro; se o buscará no mercado, ou nas categorias de base. A vida dos colorados anda difícil. Ao que tudo indica, os palmeirenses poderão respirar mais tranquilos neste final de semana - mais do que no ano passado.
Damião é o artilheiro colorado na temporada 2012. Anotou 20, dos 79 gols, tendo atuado em 70% das partidas. Somente no Brasileirão, esteve em 6 das 13 rodadas, e marcou apenas 3 gols. No entanto, com seu camisa 9 em campo, o Inter tem aproveitamento de 72%. Sem ele, o rendimento cai para 47,6%. Desde que Leandro foi para Londres com a Seleção Brasileira Olímpica, o Inter ganhou 8 dos 15 pontos disputados. Em 5 jogos, marcou 6 gols (sendo 4 diante do Atlético-Go). Enfim, não são números de encher os olhos.
Enquanto isso, nas Olimpíadas, Mano Menezes fica em dúvida se aposta em Damião, ou confirma Alexandre Pato como titular do ataque. Já a direção vermelha não sabe se contará com um substituto imediato para seu artilheiro; se o buscará no mercado, ou nas categorias de base. A vida dos colorados anda difícil. Ao que tudo indica, os palmeirenses poderão respirar mais tranquilos neste final de semana - mais do que no ano passado.
E se Caio Júnior não tivesse sido demitido?
Neste domingo, Caio Júnior pisará no estádio Olímpico pela última vez. Comandante do Bahia, o ex-jogador, revelado na base gremista, que tinha o sonho de ser o treinador do ano de encerramento da histórica casa do Grêmio, viu seu sonho ruir em apenas 48 dias. O adversário que ele encontrará pela 14ª rodada é completamente diferente daquele Grêmio que ele deixou por aqui. Mas imagine como seria se o técnico tivesse permanecido em Porto Alegre.
À frente do Tricolor, Caio obteve 4 vitórias, 1 empate e 3 derrotas – um aproveitamento de 54,1%. Adequando esta campanha ao Campeonato Brasileiro, por exemplo, o Grêmio estaria na 7ª posição da tabela de classificação, atrás do São Paulo. E na Copa do Brasil, como teria sido? Difícil projetar, mas certamente o time não teria chegado tão facilmente às semifinais com o Palmeiras. Poderia ter caído antes, até mesmo contra o próprio Bahia, então comandado por Paulo Roberto Falcão. Complicado até mesmo imaginar uma equipe que tinha Leandro como meio-campista, Douglas Grolli como zagueiro titular e Gilberto Silva como volante, figurando na final do Gauchão. Além disso, Zé Roberto e Elano não teriam sido indicados como reforços.
Só para se ter uma ideia, no mesmo período de trabalho de Caio Júnior (8 jogos), o atual técnico Vanderlei Luxemburgo obteve 91% de aproveitamento – tendo empatado apenas na estreia, contra o Caxias, e vencido todas as outras partidas. A verdade é que o tempo fez bem para todos. Sem o Grêmio, Caio foi campeão nos Emirados Árabes com o Al-Jazira. Sem Júnior, os gremistas passaram a sonhar mais alto nesta temporada. Muita coisa mudou nestes 160 dias sem Caio Júnior por aqui. Muita coisa mesmo!
À frente do Tricolor, Caio obteve 4 vitórias, 1 empate e 3 derrotas – um aproveitamento de 54,1%. Adequando esta campanha ao Campeonato Brasileiro, por exemplo, o Grêmio estaria na 7ª posição da tabela de classificação, atrás do São Paulo. E na Copa do Brasil, como teria sido? Difícil projetar, mas certamente o time não teria chegado tão facilmente às semifinais com o Palmeiras. Poderia ter caído antes, até mesmo contra o próprio Bahia, então comandado por Paulo Roberto Falcão. Complicado até mesmo imaginar uma equipe que tinha Leandro como meio-campista, Douglas Grolli como zagueiro titular e Gilberto Silva como volante, figurando na final do Gauchão. Além disso, Zé Roberto e Elano não teriam sido indicados como reforços.
Só para se ter uma ideia, no mesmo período de trabalho de Caio Júnior (8 jogos), o atual técnico Vanderlei Luxemburgo obteve 91% de aproveitamento – tendo empatado apenas na estreia, contra o Caxias, e vencido todas as outras partidas. A verdade é que o tempo fez bem para todos. Sem o Grêmio, Caio foi campeão nos Emirados Árabes com o Al-Jazira. Sem Júnior, os gremistas passaram a sonhar mais alto nesta temporada. Muita coisa mudou nestes 160 dias sem Caio Júnior por aqui. Muita coisa mesmo!
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Testa de cimento
Foto: Gremio.net
Na última terça-feira, contra o Coritiba, a camisa 16 fez a festa da torcida gremista. Ela, que tanto alegrou o Olímpico no bicampeonato da Libertadores de 1995. Pois, curiosamente, 16 também foi o número de anos que demorou para a justiça ser feita: Jardel está na 'Calçada da Fama' do Grêmio.
Convidado a entrar oficialmente para o rol de ídolos do Tricolor em 1996, o centroavante que fez história na década de 90 nunca pode fazê-lo. Primeiramente porque atuava em Portugal, depois ainda passou pela Turquia, até, enfim, retornar ao Brasil. Pois nesta quinta, de passagem por Porto Alegre para realizar um curso de treinador (o mesmo que participou Fernandão), Jardel compareceu finalmente no Olímpico para deixar sua marca em solo gremista: “Ao invés dos pés, deveria colocar a minha testa”, brincou o artilheiro em entrevista ao site Gremio.net.
E a estadia, surpreendentemente, não vai ficar só na Calçada da Fama. Jardel permanecerá pela capital gaúcha para realizar estágio com Vanderlei Luxemburgo. Ainda pretende fazer o mesmo com Felipão, para depois sim exercer a profissão. Então, quem sabe, poderá desembarcar mais uma vez em Porto Alegre, desta vez como treinador. Até lá, a Calçada da Fama com seus pés estará na Arena.
Na última terça-feira, contra o Coritiba, a camisa 16 fez a festa da torcida gremista. Ela, que tanto alegrou o Olímpico no bicampeonato da Libertadores de 1995. Pois, curiosamente, 16 também foi o número de anos que demorou para a justiça ser feita: Jardel está na 'Calçada da Fama' do Grêmio.
Convidado a entrar oficialmente para o rol de ídolos do Tricolor em 1996, o centroavante que fez história na década de 90 nunca pode fazê-lo. Primeiramente porque atuava em Portugal, depois ainda passou pela Turquia, até, enfim, retornar ao Brasil. Pois nesta quinta, de passagem por Porto Alegre para realizar um curso de treinador (o mesmo que participou Fernandão), Jardel compareceu finalmente no Olímpico para deixar sua marca em solo gremista: “Ao invés dos pés, deveria colocar a minha testa”, brincou o artilheiro em entrevista ao site Gremio.net.
E a estadia, surpreendentemente, não vai ficar só na Calçada da Fama. Jardel permanecerá pela capital gaúcha para realizar estágio com Vanderlei Luxemburgo. Ainda pretende fazer o mesmo com Felipão, para depois sim exercer a profissão. Então, quem sabe, poderá desembarcar mais uma vez em Porto Alegre, desta vez como treinador. Até lá, a Calçada da Fama com seus pés estará na Arena.
Luiz Carlos de novo, não!
O Internacional busca no mercado nacional uma opção para Leandro Damião. O centroavante não será vendido agora, mas será convocado constantemente. Aliás, já foi. Após as Olimpíadas, estará com a Seleção Brasileira em amistoso na Suécia, dia 15. Pensando nisso, o foco é Rafael Moura, do Fluminense. Liedson, que vem namorando com o Flamengo, passa a ser outra opção. Zé Carlos, do Criciúma, nunca!
Em
entrevista à Rádio GRENAL (AM 780 / FM 101.9), o assessor de futebol Cuca Lima
declarou: “Já tentamos este tipo de contratação com o Luiz Carlos e não deu
resultado. Não vamos repetir”. A comparação foi totalmente feliz. Se Zé Carlos
é o artilheiro da Série B, tendo contribuído e muito para que o Criciúma
liderasse a tabela, o mesmo fez Luiz Carlos com o Ceará, em 2008. Vindo como o “novo
Adriano Imperador”, Luiz chegou logo depois de D’Alessandro e Daniel Carvalho e
pouco atuou. Permaneceu por 3 anos no Inter e foi emprestado 5 vezes até ter
seu contrato rescindido, em março deste ano.
Portanto, se
não vier Rafael Moura, a aposta deve ser Maurides mesmo. Zé Carlos tem 29 anos,
passou pelo Porto (POR), Ponte Preta, Portuguesa, futebol coreano e japonês. E,
ao longo disso tudo, seu maior feito ocorreu em 2009, quando cavou a expulsão
mais rápida da história do futebol brasileiro. Defendendo o Cruzeiro, Zé
recebeu um cartão vermelho com apenas 7 segundos de partida, depois de ter aplicado
uma cotovelada no rosto do jogador rival, no clássico diante do Atlético-MG. É
melhor os colorados se contentarem com o que vem da base mesmo.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Relação amistosa
No dia 16 de agosto, Corinthians e Internacional entrarão em campo pela 17ª rodada do Brasileirão bem desfalcados. Do lado colorado, muito já se falou. Forlán estará com a seleção uruguaia em amistoso diante da França. Enquanto isso, na Alemanha, Guiñazu vestirá a camisa argentina. Já na Suécia, Leandro Damião representará o povo brasileiro. O que pouco se comenta é que do lado corintiano três desfalques também serão sentidos. Com menos intensidade, mas sentidos.
Paolo Guerrero, recentemente contratado junto ao futebol alemão, terá de encarar a Costa Rica, em amistoso com a seleção peruana. Ele cogita até mesmo pedir dispensa, para não desfalcar o novo clube. Aliado a ele estará o meia Ramirez. Já o volante Paulinho é a novidade de Mano Menezes para a despedida do estádio Rasunda, em Estocolmo, com o Brasil. Curiosamente, é aí que pode morar a vitória dos vermelhos para adiar a partida. Afinal de contas, até quando as datas FIFA seguirão prejudicando somente o Campeonato Brasileiro?
Em entrevista à Rádio GRENAL (AM 780 / FM 101.9), o assessor de futebol Cuca Lima chegou a afirmar que era impossível colocar o jogo com o Corinthians em outra data: “Não fizeram isso por nós da outra vez, não será agora. O amparo acontece quando se tem 3 jogadores convocados para a Seleção Brasileira", disse. Mas e se o pedido partisse do próprio clube paulista, em conjunto com o Inter? Talvez assim a CBF pudesse recuar. Até porque seria uma grande grife ter o duelo 'Guerrero vs. Forlán', como se viu na primeira rodada da Copa América, em 2011. Na ocasião, Peru e Uruguai ficaram no 1 a 1, e o camisa 9 corintiano anotou o gol dos peruanos. E agora, Corinthians e Inter, como será?
Paolo Guerrero, recentemente contratado junto ao futebol alemão, terá de encarar a Costa Rica, em amistoso com a seleção peruana. Ele cogita até mesmo pedir dispensa, para não desfalcar o novo clube. Aliado a ele estará o meia Ramirez. Já o volante Paulinho é a novidade de Mano Menezes para a despedida do estádio Rasunda, em Estocolmo, com o Brasil. Curiosamente, é aí que pode morar a vitória dos vermelhos para adiar a partida. Afinal de contas, até quando as datas FIFA seguirão prejudicando somente o Campeonato Brasileiro?
Em entrevista à Rádio GRENAL (AM 780 / FM 101.9), o assessor de futebol Cuca Lima chegou a afirmar que era impossível colocar o jogo com o Corinthians em outra data: “Não fizeram isso por nós da outra vez, não será agora. O amparo acontece quando se tem 3 jogadores convocados para a Seleção Brasileira", disse. Mas e se o pedido partisse do próprio clube paulista, em conjunto com o Inter? Talvez assim a CBF pudesse recuar. Até porque seria uma grande grife ter o duelo 'Guerrero vs. Forlán', como se viu na primeira rodada da Copa América, em 2011. Na ocasião, Peru e Uruguai ficaram no 1 a 1, e o camisa 9 corintiano anotou o gol dos peruanos. E agora, Corinthians e Inter, como será?
Um ano com Pelaipe
Paulo Pelaipe anda orgulhoso. A cada vitória do Grêmio, o diretor executivo concede entrevistas após os jogos e ainda permanece por mais um tempo conversando com os repórteres. Nesta terça-feira, após o 1 a 0 sobre o Coritiba, pelo jogo de ida da Copa Sul-Americana, ele confidenciou à Rádio GRENAL (AM 780 / FM 101.9): “Estou completando um ano de Grêmio”. Bem lembrado! No dia 1º de agosto de 2011, o presidente Paulo Odone apresentava um velho conhecido do torcedor para apagar o incêndio que tomava conta do vestiário.
Logo na chegada, Pelaipe anunciou que sua primeira contratação seria um centroavante – veio Brandão. De lá para cá, mais de 20 atletas desembarcaram no Olímpico. Nenhum título foi conquistado, mas um trabalho de reestruturação começou a ser feito. O time, que brigava para não cair, ganhou nomes de grife (Kleber, Marcelo Moreno, Elano, Zé Roberto). As categorias de base, que agonizavam em Grenais, foram reforçadas com novos profissionais e jovens revelações de clubes menores e Interior. Não sabemos se no final do ano o Tricolor erguerá uma taça, como prometeram seus dirigentes, mas é inegável o avanço que se teve neste último ano: “Não posso reclamar, tenho que trabalhar com aquilo que encontrei aqui”, comenta.
Naturalmente, a crítica dos torcedores rivais é forte – além, é claro, da oposição política dentro do próprio clube. Mesmo assim, Pelaipe está hoje em um patamar onde poucos dirigentes remunerados do país se encontram. Neste cargo, despontam nomes como Rodrigo Caetano, do Fluminense, Felipe Ximenes, até então no Coritiba, Edu Gaspar, do Corinthians, e o diretor executivo gremista. É fato! Toda vez que ‘PP’ coloca o pé no vestiário tricolor, o Grêmio briga por título. Veremos em 2012.
Logo na chegada, Pelaipe anunciou que sua primeira contratação seria um centroavante – veio Brandão. De lá para cá, mais de 20 atletas desembarcaram no Olímpico. Nenhum título foi conquistado, mas um trabalho de reestruturação começou a ser feito. O time, que brigava para não cair, ganhou nomes de grife (Kleber, Marcelo Moreno, Elano, Zé Roberto). As categorias de base, que agonizavam em Grenais, foram reforçadas com novos profissionais e jovens revelações de clubes menores e Interior. Não sabemos se no final do ano o Tricolor erguerá uma taça, como prometeram seus dirigentes, mas é inegável o avanço que se teve neste último ano: “Não posso reclamar, tenho que trabalhar com aquilo que encontrei aqui”, comenta.
Naturalmente, a crítica dos torcedores rivais é forte – além, é claro, da oposição política dentro do próprio clube. Mesmo assim, Pelaipe está hoje em um patamar onde poucos dirigentes remunerados do país se encontram. Neste cargo, despontam nomes como Rodrigo Caetano, do Fluminense, Felipe Ximenes, até então no Coritiba, Edu Gaspar, do Corinthians, e o diretor executivo gremista. É fato! Toda vez que ‘PP’ coloca o pé no vestiário tricolor, o Grêmio briga por título. Veremos em 2012.
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