A primeira vez que ouvi este papo sobre Kleber estar insatisfeito no banco de reservas do Grêmio e, com isso forçar uma saída, ouvi através do repórter César Fabris, da Rádio GreNal. Confesso! Não tenho a pretensão de ser 'o pai da informação'. Porém, nesta manhã de quinta-feira, enquanto esperava meu voo para Salvador, obtive a informação de que o empresário Giuseppe Dioguardi estava em Porto Alegre, onde havia se reunido com a direção tricolor. Quem me passou os detalhes, pediu sigilo, mas tem vínculo com o atleta: o Flamengo estaria fortemente interessado, e o Gladiador teria inclusive conversado com Marcelo Moreno para acertarem as pazes. O caminho estava livre, faltava 'apenas' o Grêmio aceitar. Lógico, não o fez.
Tanto que, em dois toques, a informação foi desmentida. O diretor Rui Costa assegurou que a passagem do empresário pelo Olímpico teve como pauta outro negócio, envolvendo jovens atletas. E, com todo o respeito que tenho por Rui, se não fosse isso, ele confirmaria? Já vi o próprio negar a vinda de Vargas, Barcos e tantos outros que vieram desembarcar. E inclusive aceito, faz parte do mercado não abrir o jogo. Agora só não posso aceitar que os taxados por 'mentirosos' os jornalistas que divulgam a notícia. Não é um, nem dois...
O que pode ter acontecido é o próprio atacante ter espalhado o boato em seus círculos de amizade para forçar a sua saída do banco de reservas - e não do Grêmio. Assim, uma mentirinha contada lá no início, virou um mentirão nos microfones. Ou não! Enfim, alguém está mentindo na parada. E eu sei que não sou eu. Talvez tenha sido só mais um enganado.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
Talismã fraturado
Foto: Wesley Santos (PressDigital/Lance!)
O jogo contra o Santa Cruz havia sido encerrado, os jogadores deixavam o gramado do estádio Centenário completamente encharcados, mas classificados à próxima fase da Copa do Brasil. Enquanto o colega de Rádio GUAÍBA, Ernani Campelo, ouvia os atletas que chegavam ao vestiário, eu esperava o autor do segundo gol: Caio. Eis que ele se aproximou do médico Carlos Poisl e disse a seguinte frase: "Meu pé fod* de novo!". Assim, liguei o microfone e perguntei 'o que houve com o pé? Foi panturrilha?'. Ele respondeu: "Não, é no pé mesmo. É uma dor que me incomoda há um tempo e voltou a aparecer." Ninguém sabia - talvez nem o próprio Caio - medir a gravidade do problema.
Eis que nesta segunda-feira (quatro dias depois), o departamento médico colorado confirma uma fratura no pé esquerdo, que vai o tirar de campo pelas próximas 6 semanas. A notícia cai como uma bomba sobre o menino, que vinha florescendo aos poucos do banco de reservas. Não foram poucos os jogos em que o atacante entrou no decorrer da partida e solucionou os problemas de Dunga - assim como fez diante dos pernambucanos na última quinta. E agora, quem será o escolhido para talismã?
Como só voltará depois da Copa das Confederações e, até lá, o Inter não deve contratar Robinho ou qualquer outro atacante de expressão, Dunga terá de redescobrir um coelho na cartola. Gilberto, hoje, seria a opção. Cassiano, que caiu nas graças do torcedor em 2012, não tem o mesmo prestígio com o treinador. É possível que se improvise Otávio ou até mesmo Vitor Júnior naquele lugar. Agora, desespero será quando Forlán e Damião ficarem de fora por suspensão, lesão ou até mesmo convocações. Já imaginou um ataque com Gilberto e Rafael Moura? É, realmente o Colorado precisa de um Robinho.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Perder Libertadores não é motivo para demissão
A informação é do repórter Flávio Dal Pizzol, que esteve na Colômbia representando a Rádio GUAÍBA: "Vanderlei Luxemburgo não será demitido do Grêmio, apesar da eliminação para o Independiente Santa Fe, nas oitavas-de-final da Libertadores." Sendo assim, ele repete o histórico do clube. Nunca um treinador foi demitido do Grêmio por perder Libertadores.
1982 - Ênio Andrade: Campeão brasileiro no ano anterior e finalista desta temporad, Ênio Andrade não evitou a desclassificação ainda na fase de grupos. Permaneceu até o final do Gauchão, que foi vencido pelo Inter.
1984 - Carlos Froner: Com a base do time campeão mundial, entrou na fase eliminatória da Libertadores e foi até a final, quando perdeu para o Independiente-ARG. Seguiu à frente da equipe no Brasileirão, caindo para o Vasco na semifinal. Quando saiu, Chiquinho foi o escolhido.
1990 - Evaristo de Macedo: Entrou em meio à competição, substituindo Paulo Sérgio Poletto. Mesmo assim, não evitou o fracasso da eliminação na fase de grupos. Porém, seguiu, erguendo a taça do Gauchão.
1996 - Felipão: Campeão da Libertadores no ano seguinte, só foi eliminado na semifinal, para o América de Cali-COL. Permaneceu no cargo até o fim do Brasileiro, quando conquistou o campeonato.
1997 - Evaristo de Macedo: Campeão da Copa do Brasil, caiu nas quartas-de-final para o Cruzeiro (sem Paulo Nunes, convocado para a Copa América) e durou por mais um mês no cargo, após colecionar derrotas no Brasileirão. A opção foi Hélio dos Anjos.
1998 - Edinho: Entrou na vaga de Sebastião Lazaroni (que havia perdido o Gauchão) e, de cara, foi eliminado pelo Vasco, nas quartas-de-final. Seguiu por mais 2 meses, até ser demitido e dar lugar a Celso Roth.
2003 - Tite: Perdeu a Libertadores de 2002 (nas semifinais, para o Olímpia-PAR) e 2003 (nas quartas, para o Independiente Medellín-COL). Após a segunda eliminação, saiu logo na próxima partida, quando foi derrotado pelo Figueirense no Brasileirão. Foi substituído por Darío Pereyra.
2007 - Mano Menezes: Derrotado na final pelo Boca Juniors-ARG, encerrou a temporada e foi embora para o Corinthians.
2009 - Paulo Autuori: Chegou em meio à competição, substituindo Celso Roth. Após eliminação na semifinal para o Cruzeiro, continuou no comando da equipe até novembro, quando voltou para o Oriente Médio (de onde tinha vindo, assinando contrato até 2010). Marcelo Rospide encerrou o Brasileiro como técnico interino.
2011 - Renato Portaluppi: Assim como Luxemburgo, se despediu da Libertadores nas oitavas, quando encarou o Universidad Católica-CHI. Mesmo assim, permaneceu quase dois meses Brasileirão adentro. Seu substituto foi Julinho Camargo.
1982 - Ênio Andrade: Campeão brasileiro no ano anterior e finalista desta temporad, Ênio Andrade não evitou a desclassificação ainda na fase de grupos. Permaneceu até o final do Gauchão, que foi vencido pelo Inter.
1984 - Carlos Froner: Com a base do time campeão mundial, entrou na fase eliminatória da Libertadores e foi até a final, quando perdeu para o Independiente-ARG. Seguiu à frente da equipe no Brasileirão, caindo para o Vasco na semifinal. Quando saiu, Chiquinho foi o escolhido.
1990 - Evaristo de Macedo: Entrou em meio à competição, substituindo Paulo Sérgio Poletto. Mesmo assim, não evitou o fracasso da eliminação na fase de grupos. Porém, seguiu, erguendo a taça do Gauchão.
1996 - Felipão: Campeão da Libertadores no ano seguinte, só foi eliminado na semifinal, para o América de Cali-COL. Permaneceu no cargo até o fim do Brasileiro, quando conquistou o campeonato.
1997 - Evaristo de Macedo: Campeão da Copa do Brasil, caiu nas quartas-de-final para o Cruzeiro (sem Paulo Nunes, convocado para a Copa América) e durou por mais um mês no cargo, após colecionar derrotas no Brasileirão. A opção foi Hélio dos Anjos.
1998 - Edinho: Entrou na vaga de Sebastião Lazaroni (que havia perdido o Gauchão) e, de cara, foi eliminado pelo Vasco, nas quartas-de-final. Seguiu por mais 2 meses, até ser demitido e dar lugar a Celso Roth.
2003 - Tite: Perdeu a Libertadores de 2002 (nas semifinais, para o Olímpia-PAR) e 2003 (nas quartas, para o Independiente Medellín-COL). Após a segunda eliminação, saiu logo na próxima partida, quando foi derrotado pelo Figueirense no Brasileirão. Foi substituído por Darío Pereyra.
2007 - Mano Menezes: Derrotado na final pelo Boca Juniors-ARG, encerrou a temporada e foi embora para o Corinthians.
2009 - Paulo Autuori: Chegou em meio à competição, substituindo Celso Roth. Após eliminação na semifinal para o Cruzeiro, continuou no comando da equipe até novembro, quando voltou para o Oriente Médio (de onde tinha vindo, assinando contrato até 2010). Marcelo Rospide encerrou o Brasileiro como técnico interino.
2011 - Renato Portaluppi: Assim como Luxemburgo, se despediu da Libertadores nas oitavas, quando encarou o Universidad Católica-CHI. Mesmo assim, permaneceu quase dois meses Brasileirão adentro. Seu substituto foi Julinho Camargo.
domingo, 19 de maio de 2013
PRELEÇÃO: Final da Champions - Borussia Dortmund x Bayern Munique
Neste domingo, dia 19 de maio, o 'Preleção' se voltou para a final da Champions League, que será disputada no próximo dia 25, em Londres, entre Borussia Dortmund e Bayern de Munique. Assim, dois ex-jogadores dos clubes alemães: Paulo César Tinga (pelo Borussia) e Élber (Bayern). No final, até mesmo uma aposta foi feita entre ambos.
O 'Preleção' da RÁDIO GUAÍBA vai ao ar todos os domingos, às 13h, no AM 720 / FM 101.3 e no www.radioguaiba.com.br.
Clique aqui: Final da Champions - Borussia Dortmund x Bayern Munique
O 'Preleção' da RÁDIO GUAÍBA vai ao ar todos os domingos, às 13h, no AM 720 / FM 101.3 e no www.radioguaiba.com.br.
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sábado, 18 de maio de 2013
Renato em Porto Alegre. Quem disse?
A possibilidade de demissão de Vanderlei Luxemburgo e, principalmente, a chance de contratar Renato Portaluppi deixa o torcedor em polvorosa. Ainda mais quando a filha do ex-atacante postou em seu Instagram uma foto com a seguinte descrição: "Vou sentir sua falta, pai", disse ela, que mora com Renato no Rio de Janeiro. E se eu contar que neste sábado Gelson Oldenburg, o 'Gauchinho', empresário do treinador, esteve em Porto Alegre?
Entretanto, Gauchinho garante que sua estadia na Capital nada tem a ver com o Tricolor. Inclusive, quando nos falamos via telefone, estava ele no estádio Passo D'Areia, enquanto São José e Cruzeiro duelavam pelo Gauchão de Juniores. Mesmo assim, ele garante que até agora não foi procurado por ninguém do Grêmio. Já o telefone de Renato só dá caixa de mensagem. Enfim, o Grêmio nem demitiu Luxemburgo. Apesar disso, a presença de Renato causa furor.
Vale lembrar, que ele foi o treinador contratado quando da primeira passagem de Rui Costa (hoje diretor executivo) pelo departamento de futebol gremista. Rui era assessor, enquanto Alberto Guerra Neto era o diretor. O trio (foto) foi responsável pelas contratações de Gabriel, Paulão, Clementino e Viçosa, além do arranque que tirou a equipe da zona do rebaixamento do Brasileiro para a classificação a Libertadores do ano seguinte. Agora acrescente a tudo isso a possibilidade de Fábio Koff reencontrar o camisa 7 que lhe deu o maior título da história: o Mundial de Clubes de 1983. Existe a possibilidade de não confabular sobre isso, mesmo que ninguém tenha dito nada até agora? A única coisa que se confidenciou foi que, na próxima segunda-feira, o destino da casamata tricolor será decidido.
Entretanto, Gauchinho garante que sua estadia na Capital nada tem a ver com o Tricolor. Inclusive, quando nos falamos via telefone, estava ele no estádio Passo D'Areia, enquanto São José e Cruzeiro duelavam pelo Gauchão de Juniores. Mesmo assim, ele garante que até agora não foi procurado por ninguém do Grêmio. Já o telefone de Renato só dá caixa de mensagem. Enfim, o Grêmio nem demitiu Luxemburgo. Apesar disso, a presença de Renato causa furor.
Vale lembrar, que ele foi o treinador contratado quando da primeira passagem de Rui Costa (hoje diretor executivo) pelo departamento de futebol gremista. Rui era assessor, enquanto Alberto Guerra Neto era o diretor. O trio (foto) foi responsável pelas contratações de Gabriel, Paulão, Clementino e Viçosa, além do arranque que tirou a equipe da zona do rebaixamento do Brasileiro para a classificação a Libertadores do ano seguinte. Agora acrescente a tudo isso a possibilidade de Fábio Koff reencontrar o camisa 7 que lhe deu o maior título da história: o Mundial de Clubes de 1983. Existe a possibilidade de não confabular sobre isso, mesmo que ninguém tenha dito nada até agora? A única coisa que se confidenciou foi que, na próxima segunda-feira, o destino da casamata tricolor será decidido.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
O Grêmio não 'comeu' a Libertadores
Foto: Luis Acosta (AFP/Correio do Povo)
A definição não é só minha, mas de todos que acompanharam a campanha do Grêmio nesta Libertadores 2013: o Grêmio não entendeu o sentido da competição. O próprio Zé Roberto, único jogador a se manifestar na saída do campo (um verdadeiro capitão), definiu: "Fizemos uma Libertadores razoável. Essa competição é bem diferente de Gauchão e Brasileirão." Manifestação semelhante foi dada pelo presidente Fábio Koff em entrevista à Rádio GUAÍBA: "Este é um torneio traiçoeiro. Vamos avaliar melhor, com calma, o que iremos fazer. Qualquer juízo que eu fizer agora não seria inteligente". Enfim, o Tricolor entrou e saiu sem entender nada - do Huachipato ao 'comer' de Medina.
Sim, pois quando Medina, autor do gol da vitória e classificação do Santa Fé, disse que os colombianos iriam 'comer' o Grêmio desde o início, muitos levaram a declaração para a maldade - talvez até de maneira intencional. Não perceberam que 'comer', na linguagem futebolística da Colômbia, seria o nosso 'morder'? Ou seja, marcar, pegar, pressionar desde o início. Foi o que o Independiente fez. E pouco adiantaram as páginas de jornal que serviriam como motivação. Quando o futebol não aparece, se perde até mesmo motivado.
Resta saber o que a direção gremista entende que será melhor a partir de agora. Demitir Vanderlei Luxemburgo seria o ideal? Assim como Koff, não farei juízo. Se o objetivo é brigar pelo Campeonato Brasileiro, o treinador tem know-how neste certame. Entretanto, há quem julgue os atributos de Luxa como ultrapassados. Caberá aos dirigentes ler o panorama. Porém, desde já, fica o aprendizado: não adianta contratar, empilhar jogadores de renome, se o time não for no mínimo organizado. Entendeu?
quinta-feira, 16 de maio de 2013
O RH demite, mas Dunga pode contratar
Foto: Wesley Santos (Press Digital)
Quando indagado sobre sua influência na hora de decidir demissões no Internacional, Dunga dispara: "Só o RH (Recursos Humanos) demite." No entanto, quando o assunto é inverso, ele pode ajudar. Nesta quinta-feira, por exemplo, o jornalista Adroaldo Guerra Filho, o Guerrinha, revelou na Rádio Gaúcha que o comandante colorado entrou em contato com Robinho na semana passada. A intenção é trazê-lo a Porto Alegre para o segundo semestre, suprindo uma possível saída de Leandro Damião. Segundo Guerrinha, o atacante pediu 2 meses, para se fazer presente de corpo, a fim de conversar face a face com os dirigentes. A informação corrobora o que foi publicado pelo jornal Correio do Povo ainda ontem: Inter quer Robinho.
Os dirigentes ainda tratam como um negócio difícil de ser concretizado, principalmente pelo salário. Conforme o setorista de Santos da Super Rádio Tupi, Ademir Quintino, Robinho pediu R$ 1 milhão (livre de impostos) para vestir a camisa santista no início deste ano. A pedida não só assustou como fez o clube recuar. O avante tem contrato com o Milan até metade de 2014 e, conforme pessoas próximas ao atleta, irá cumprir seu compromisso com os italianos. Até porque, o sonho de ser convocado para a Copa do Mundo, praticamente escorreu pelo ralo com a última lista de Luiz Felipe Scolari. Seria loucura imaginá-lo com a camisa colorada? "Não vou chamar de loucura, ele interessa a todo grande clube", respondeu o diretor de futebol Luís César Souto de Moura.
Além de Robinho, o Inter sondou Diego e Júlio Baptista - ambos para atuar ao lado de D'Alessandro. O primeiro pediu números altíssimos, inclusive para o Atlético de Madrid-ESP, que deseja repatriá-lo. Com relação ao segundo, a saída do Málaga é bem provável, mas o salário também não é dos mais baixos. Além disso, o meia tem esposa e filha espanhola e, por estes motivos, poderia permanecer na Europa, até mesmo em um clube de menor expressão. A Seleção Brasileira não é mais um atrativo para este trio. Dunga, quem sabe. "Sem dúvidas é uma vantagem competitiva. Não só o Dunga, mas o Paulo Paixão. Nós temos uma comissão técnica a nível de Seleção", conclui Souto de Moura. Dunga, por sua vez, puxa o freio de mão. Diz que só agirá se for acionado. Ou seja: para demissões, o departamento responsável é o RH; mas para contratações, certamente ele será chamado.
Quando indagado sobre sua influência na hora de decidir demissões no Internacional, Dunga dispara: "Só o RH (Recursos Humanos) demite." No entanto, quando o assunto é inverso, ele pode ajudar. Nesta quinta-feira, por exemplo, o jornalista Adroaldo Guerra Filho, o Guerrinha, revelou na Rádio Gaúcha que o comandante colorado entrou em contato com Robinho na semana passada. A intenção é trazê-lo a Porto Alegre para o segundo semestre, suprindo uma possível saída de Leandro Damião. Segundo Guerrinha, o atacante pediu 2 meses, para se fazer presente de corpo, a fim de conversar face a face com os dirigentes. A informação corrobora o que foi publicado pelo jornal Correio do Povo ainda ontem: Inter quer Robinho.
Os dirigentes ainda tratam como um negócio difícil de ser concretizado, principalmente pelo salário. Conforme o setorista de Santos da Super Rádio Tupi, Ademir Quintino, Robinho pediu R$ 1 milhão (livre de impostos) para vestir a camisa santista no início deste ano. A pedida não só assustou como fez o clube recuar. O avante tem contrato com o Milan até metade de 2014 e, conforme pessoas próximas ao atleta, irá cumprir seu compromisso com os italianos. Até porque, o sonho de ser convocado para a Copa do Mundo, praticamente escorreu pelo ralo com a última lista de Luiz Felipe Scolari. Seria loucura imaginá-lo com a camisa colorada? "Não vou chamar de loucura, ele interessa a todo grande clube", respondeu o diretor de futebol Luís César Souto de Moura.
Além de Robinho, o Inter sondou Diego e Júlio Baptista - ambos para atuar ao lado de D'Alessandro. O primeiro pediu números altíssimos, inclusive para o Atlético de Madrid-ESP, que deseja repatriá-lo. Com relação ao segundo, a saída do Málaga é bem provável, mas o salário também não é dos mais baixos. Além disso, o meia tem esposa e filha espanhola e, por estes motivos, poderia permanecer na Europa, até mesmo em um clube de menor expressão. A Seleção Brasileira não é mais um atrativo para este trio. Dunga, quem sabe. "Sem dúvidas é uma vantagem competitiva. Não só o Dunga, mas o Paulo Paixão. Nós temos uma comissão técnica a nível de Seleção", conclui Souto de Moura. Dunga, por sua vez, puxa o freio de mão. Diz que só agirá se for acionado. Ou seja: para demissões, o departamento responsável é o RH; mas para contratações, certamente ele será chamado.
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