quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Pagando o pato


O torcedor colorado quer o bicampeonato da Libertadores da América neste ano. Porém, olha para o elenco e não vislumbra grandes atrações no seu ataque. Enquanto o co-irmão trouxe William, Leandro e Borges, o Inter segue apostando na rapa do tacho. Edu, Alecsandro, Taison e Marquinhos são os quatro atacantes à disposição de Jorge Fossati. O desempenho deles é tão fraco que o uruguaio insiste em escalar o time no esquema 3-6-1. Ou seja, quatro valem por um. Por isso, a torcida clama por reforços nesta posição. Rafael Sóbis - destaque na final de 2006 contra o São Paulo - é o maior sonho de consumo da massa vermelha. Mas, segundo a diretoria, tudo não passa de especulação.

Pois agora me chega a notícia de que Alexandre Pato (foto), uma das últimas pérolas do estádio Beira-Rio, está de volta à casa. O jogador do Milan sofreu uma lesão muscular na coxa e fará tratamento de fisioterapia no clube gaúcho. Ele apenas repete os passos do que o próprio Sóbis fez, há alguns meses. Rafael operou o joelho e fez todo o tratamento no Internacional. Assim, como Rodrigo Mendes já havia feito. Por essas e outras, tudo me leva a crer que o Beira-Rio é a casa da "Mãe Joana".

Veja, por exemplo, o São Paulo Futebol Clube. O departamento médico do Tricolor Paulista é exemplo dentro e fora do país. Já deu abrigo a Luizão, Ricardo Oliveira e Adriano Imperador. Porém, todos (eu disse todos!) tiveram de pagar esta hospedagem atuando com a camisa do clube meses depois. Os três realizaram sua recuperação no Morumbi, mas jogaram a Libertadores da América na sequência. Por que o Inter não consegue fazer isso? Recupera os jogadores e eles simplesmente voltam para seus clubes. Assim, só pela amizade.

Isso me lembra a novela que envolveu Ronaldo e Flamengo no final de 2008. Quando se recuperava de mais uma lesão no joelho, o Fenômeno treinou na Gávea, jurou amor eterno ao Rubro-Negro e levou a torcida carioca à loucura. Porém, dias depois, foi apresentado no Parque São Jorge como contratação do Corinthians. E quem disse que isso não pode ocorrer com o Inter. Recebe de braços abertos Rafael Sóbis e Alexandre Pato e, passados alguns meses, tem de enfrentá-los numa Libertadores, na decisão de um Brasileirão. Essa política de boa vizinhança nunca me agradou. Principalmente agora.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Jonas e a balela


Foto: Filipe Duarte (http://www.esportebr.com/)
A dramaturgia está solta no estádio Olímpico. São muitos atores, figurantes e até mesmo dublês querendo o seu espaço em frente aos holofotes. Depois do argentino Máxi López protagonizar um dos maiores sucessos de bilheteria, tendo ao seu lado uma verdadeira musa da cultura pop - Wanda Nara - chegou a vez do atacante Jonas chamar a atenção para si. Aliás, pelo que parece, os atacantes estão adorando o estrelato no Tricolor. Herrera também já teve seus dias de fama, William chegou cercado de fofocas e até mesmo o colombiano Perea vive um dramalhão de altíssimo nível.

Mas, na minha opinião, Jonas vive uma crise de "pelanca". É como aquela mulher que, depois de anos tomando tapa do marido, enxerga que merece muito mais do que ele lhe oferece. E a partir de então, começa a se embelezar, vestir melhor e usar maquiagem. Jonas não aceita mais ficar no banco de reservas, agora ele quer ser valorizado. E, no final das contas, ele merece um pouco de atenção. Depois de ser chicoteado na Libertadores do ano passado, acusado de pior atacante do mundo por um jornal espanhol, o atleta deu a volta por cima e terminou como uma das grandes surpresas do Brasileirão. Para alguns, inclusive, Jonas só não foi o artilheiro da competição pois torceu o tornozelo contra o Corinthians - ficando de fora da reta final do campeonato.

Agora, pense no lado do Silas. Vai tirar quem do time para colocar Jonas? No ano passado ainda tinha espaço, já que Herrera e Alex Mineiro não viviam uma boa fase, a dupla de ataque tinha de ser ele e mais um. Porém, em 2010, concorrendo com Borges e Leandro - os novos xodós da torcida -, como alçar Jonas à titularidade? E, realmente, parece ser isso que Jonas quer. Na reunião de ontem, entre os representantes do atleta e a direção gremista, o clube ofereceu um aumento de salário para que ele permaneça no Olímpico. Mas Jonas é o Tim Maia do novo milênio. Ele não quer dinheiro, só quer amar. Quer a camisa 7 nas costas. Quer entrar de mãos dadas com os companheiros no início do jogo. Quer ouvir os gritos da torcida quando o alto-falante do estádio escalar seu nome entre os 11 melhores. Mas isso é demais.

Pode ser que Jonas aceite a proposta do Grêmio. Pode ser que ele chute tudo e vá jogar no Vasco da Gama, ao lado de Dodô. Até lá, a novela se estende por mais alguns capítulos. E depois disso, teremos uma nova história para discutir. Muito provavelmente será "Douglas: o meio-campo fugido da Arábia". E aí esqueceremos de Jonas, assim como Máxi López começa a ficar para trás.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Sombra pra Alecsandro


Foto: Diego Vara (Clicesportes)
Fim de festa para o Internacional. Terminada a pré-temporada - aliás, com chave de ouro, com uma goleada de 9 a 0 sobre uma equipe amadora -, a delegação colorada se reapresenta no Beira-Rio disposta a sonhar com Dubai, no fim do ano. Porém, antes do time entrar em campo, já tem uma preocupação a mais: a equipe B. Foi surpreendente a atuação dos jovens garotos colorados, na estreia pelo Campeonato Gaúcho. Os comandados de Enderson Moreira confirmaram que a conquista da Copa Arthur Dallegrave, ainda no ano passado, não foi por acaso, e golearam o Ypiranga de Erechim por 4 a 2. Serviu para calar os crítcos, inclusive a mim.

Reconheço que quando ouvi falar na escalação do Inter B nas primeiras rodadas do Estadual, lembrei logo do ano de 2007. Quando o Colorado de Fernandão e Cia, recentemente campeão mundial, deu lugar às categorias de base. Depois de derrotas estrondosas nas partidas iniciais, o técnico Abel Braga se viu obrigado a chamar os medalhões. Mas aí o fiasco foi pior, pois o Inter acabou sendo eliminado ainda na primeira fase da competição, pelo Veranópolis, e sequer conseguiu se classificar para a fase quente da Libertadores da América. E tudo isso ficou na mente e no imaginário. Aliás, "Expressinho", dando certo, só vi um: o de Luiz Felipe Scolari. E mesmo assim não era um time totalmente reserva, tinha alguns componentes da equipe titular. Por essas e outras, sou totalmente contra a utilização de time B, C, H, Q... Para mim, devem jogar os melhores sempre. Tendo condição física, veste o uniforme e entra em campo.

Porém, o Inter B, neste domingo, serviu pra dar um fervo nos titulares. Os dois gols de Leandro Damião podem ter preocupado o centroavante Alecsandro, que hoje não tem concorrência pela camisa 9. A correria de Ytalo no meio-campo pode fazer com que Giuliano e DAlessandro corram mais ainda. Nas laterais, Daniel e Juan desmentem a história de que o Inter não tem laterais nas categorias de base. E, por fim, Walter (foto)... Bom, Walter... O que falar dele? Bom, pelo que vem apresentando, Walter é titular do Inter, com inscrição na Libertadores e camisa 7 nas costas. Ou vai tentar me convencer que o Taison está melhor? Ou vai dizer que Edu e Marquinhos merecem uma nova chance em 2010? Hoje, no Beira-Rio, não tem outro cara com maior potencial para levar o Inter a conquistas do que este tal de "Waltão". Só, pelo amor de deus, parem de compará-lo ao Claudiomiro "Bigorna". O resultado pode ser diferente do ano passado.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Agora é para valer!


Foto: Filipe Duarte (www.esportebr.com)
O Grêmio deixou Bento Gonçalves com um mal estar. Foram oito dias de tranquilidade, treinamentos e coletivas de imprensa regadas a "croissants" e suco de uva. Agora, literalmente, acabou-se o que era doce. No último dia de estadia na Serra Gaúcha, uma bomba explodiu nos bastidores. Aliás, duas! Primeiro, logo após a partida contra o Flamengo de São Valentim, o atacante Jonas deixou o gramado do estádio Aristides Bertuol soltando o verbo. Não aceitava as informações de que seria uma "moeda de troca" para o lateral Vitor, do Goiás. Pudera! Jonas foi o goleador do Grêmio no Campeonato Brasileiro, terminando 2009 com um prestígio sem tamanho. Vira o ano e está sentado no banco de reservas, escutando que pode ser enviado para bem longe. Mas não demorou muito para que a diretoria gremista desse fim à turbulência.

No entanto, o torcedor gremista não gostou do que viu no último dia em Bento. Tivesse terminado a pré-temporada logo após a goleada sobre o São Paulo do Borgo, o expresso Tricolor chegava à Porto Alegre com pompas de campeão. Inclusive eu fui dos que exaltou o belo futebol na primeira apresentação. Tudo isso porque Silas não inventou, escalou os melhores jogadores, em um clássico esquema tático 4-4-2. Porém, contra o Flamengo, o atacante Leandro foi poupado, e bastou para que Silas puxasse seus óculos de Professor Pardal do bolso. Escalou o Grêmio em um 3-6-1 estarrecedor. Com isso, anulou Borges na frente e por pouco não perdeu o amistoso contra o time amador de São Valentim. Foi demais para o torcedor que viu de perto a apresentação e que, segurado no alambrado, pedia a cabeça de Fábio Rochemback, escalado como titular no meio-campo.

Pois a partida de ontem serviu de uma vez por todas para que Silas visse que o 3-6-1 não pode ser utilizado. A torcida já chicoteou Celso Roth quando ele quis infiltrar esta opção. Menos mal que a experimentação foi feita em um amistoso, onde os três pontos não estavam em jogo. Agora, com o início do Gauchão neste próximo domingo, é pra valer! Não há espaços para modificações esdrúxulas.


Ainda há aqueles que defendem a Copa do Brasil como prioridade e o Campeonato Estadual como laboratório. Porém, se pararmos para analisar que há nove anos o Grêmio não ganha um título de expressão, que o último Gauchão veio em 2007 e há dois anos a torcida não sente o gostinho de gritar "É Campeão!", já basta para perceber que acabaram as brincadeiras.

Com este time que tem, o Grêmio muito bem poderia estar disputando uma Libertadores da América. Mas, cada passo de uma vez. O Gauchão é a prioridade do momento. O resto é resto!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Esquemas invertidos


Foto: Filipe Duarte (www.esportebr.com)
Assisti ao primeiro jogo-treino do Grêmio, ainda ontem, contra o São Paulo do Borgo, e me impressionei. De cara, decretei que o Tricolor é o amplo favorito ao título gaúcho e um dos grandes nomes para a Copa do Brasil. Já havia pensado nisso ainda nos treinamentos, quando comparei mentalmente àquilo que vi nos treinos do Inter, na Fundação Geremia. Pois levando em consideração o fato de que o Colorado priorizará a Libertadores no primeiro semestre, podemos decretar o Grêmio com uma mão na taça. Só uma catástrofe tira o caneco do estádio Olímpico.

Mas aí me deparei com meus pensamentos: o que há de diferente neste Grêmio de 2010? O que Celso Roth não fez que este Grêmio fez? Bom, a princípio, tudo passa pela mobilidade dos "ex são-paulinos". Souza, Hugo, Leandro e Borges (um quarteto ofensivo de respeito!) não estavam à disposição de Roth no início do ano passado. E naquela época, Souza já chamava a atenção pela qualidade. No entanto, o primordial nesta análise é o sistema tático adotado por Silas. Um tradicional 4-4-2, com dois jogadores encarregados por cada função dentro de campo. O bom e simples modo brasileiro de jogar bola. Contudo, vou além. Comparemos os comandados de Silas ao time de Jorge Fossati. O que há de diferente? Tudo! Do lado vermelho, o esquema adotado é o 3-6-1. Isso não quer dizer que o Inter está pior, mas deixa um alerta.

Lembremos de como iniciou o ano de 2009. O Grêmio de Celso Roth atuava no 3-6-1, com um contestado Alex Mineiro na frente. Agora, pense no Inter de Fossati: 3-6-1, com um contestado Alecsandro na frente. Vamos para o Inter de Tite, que vinha no 4-4-2, com um zagueiro escalado na lateral-direita (Bolívar). E o Grêmio deste ano vem no 4-4-2, com um zagueiro escalado na lateral-direita (Mário Fernandes). A resposta por qual esquema era o melhor veio nos Grenais. De três disputas no Gauchão, três vitórias vermelhas. Inclusive, o próprio sistema adotado por Roth serviu para que a cabeça dele rolasse. Ninguém aguentava mais ver Alex Mineiro, um centroavante que não fazia gols, jogar isolado na frente.

Em 2010, com os equemas invertidos, será que o filme vai se repetir? Teremos o 4-4-2 vitorioso no Gauchão? Se depender do retrospecto, não há o que dizer. Pelo menos no Gauchão, o esquema 3-6-1 não é vitorioso. Mas isso é no papel. A resposta verdadeira, somente em abril, quando um dos dois estará festejando com a taça de campeão gaúcho.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Repetindo 2006

Foto: Daniel Boucinha (Arquivo S.C. Internacional)


Dia 13 de janeiro, Inter e Esportivo adentram o gramado do estádio Montanha dos Vinhedos. O Colorado visa a disputa da Libertadores, que se inicia no próximo mês. Já o Alviauzl arrendonda a equipe para estreia no Gauchão, que ocorre daqui a alguns dias. Dentro de campo, a superioridade porto-alegrense se faz presente: vitória de 5 a 1 para os vermelhos. Bom, eu não sou vidente. Estes fatos narrados até agora descrevem o dia 13 de janeiro de 2006. Exatos quatro anos depois, Esportivo e Internacional se reencontram na mesma situação, no mesmo dia do calendário. Feliz coincidência para os colorados.

Nesta quarta-feira, o Inter entra em campo para tentar repetir não apenas a vitória do amistoso, mas o ano espetacular de 2006. Para quem não lembra, foi neste período que o clube venceu a Libertadores da América e o Mundial Interclubes. E tudo isso começou aqui, em Bento Gonçalves, diante do Esportivo. Naquela partida, Abel Braga - o técnico novo do Inter - tentava descobrir a equipe que utilizaria dias depois. Mesmo assim, poupava alguns titulares. Mandou a campo Marcelo Boeck; Ceará, Bolívar, Ediglê e Rubens Cardoso; Perdigão, Fabinho, Michel e Mossoró; Iarley e Luiz Adriano.

Enquanto o Tivo, de Nairo Pivatto, se defendia com Nivaldo; Felipe, Juliano, Fabrício e Jael; Bagé, Dega, Diogo e Fernando; Coletti e Valdiran. Logo aos 7 minutos de partida, o zagueiro Ediglê inaugurou o placar para o Inter. Menos de três minutos depois, Valdiran, de pênalti, igualava tudo. Porém, não demorou muito para que os colorados passassem à frente de novo, com dois gols do jovem Luiz Adriano.

No segundo tempo, com o ingresso dos suplentes, a goleada se completou. Gustavo Papa, de cabeça, e Léo, recém trazido do Paulista de Jundiaí, fecharam o placar. No final do jogo, o torcedor bento-gonçalvense voltou preocupado para casa, enquanto os vermelhos foram esperançosos com um ano melhor que o anterior. Dias depois, em um domingo, o Inter encerrou a sua pré-temporada com mais um amistoso - exatamente como acontecerá desta vez.

Resta saber até onde vão as coincidências. Repetindo-se as proporções, 2010 marcará a conquista da América e do Mundo pelos vermelhos. Resta saber se tudo não passa de uma paranoia ou de um deslumbre total. Mas isso a gente só vai poder falar no meio do ano.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Estamos indo de volta para casa


Foto: Victor Duarte (Especial /www.esportebr.com)
Pegou de surpresa a informação de que a delegação colorada voltará mais cedo para Porto Alegre. A diretoria do Inter achou melhor antecipar em dois dias o retorno para a Capital. A saída de Bento Gonçalves, antes prevista para o dia 19 de janeiro, agora ficou para o dia 17 (próximo domingo). O porquê não se sabe. Aliás, segundo a assessoria de imprensa do clube, os trabalhos estão agradando demais a comissão técnica, que não vê a necessidade de permanecer por mais de uma semana. Porém, os sinais demonstrados de forma subliminar fazem com que pensamos o contrário.

Quem foi ao jogo-treino de ontem, contra o time B, saiu da Fundação Geremia preocupado. Dos mais de vinte atletas utilizados, Walter (que está na equipe de baixo) foi o mais destacado. Nem Edu, Taisou ou Alecsandro - foi o jovem "Bigorninha" quem arrebentou com a tarde colorada. Fez gol, sofreu pênalti e deixou a defesa principal em alerta. Não fosse Giuliano marcar um golzinho no último minuto, o time da Libertadores empataria com o time do Gauchão. Todos sairam preocupados.

Inclusive o próprio Jorge Fossati está surpreso com a atuação dos seus comandados. Tanto é que fechou os treinos. Já nesta segunda, nenhum torcedor pode adentrar a Associação para ver de perto seus ídolos. O treinador disse que o Inter precisa se preparar melhor. Bom, quem precisa se preparar melhor não tem porquê antecipar o retorno da pré-temporada. Aliás, na quinta e sexta-feira o treino fechado se repete. Imagina em dia de Gre-Nal! É capaz da diretoria colorada fechar toda a Avenida Padre Cacique, em Porto Alegre, para que ninguém chegue perto das instalações do estádio Beira-Rio.

A desculpa utilizada pela diretoria vermelha para explicar este retorno repentino a Porto Alegre pegou muito mal. De duas, uma: ou o Inter está com vergonha do time que tem, ou está com medo de mais intimidações da torcida gremista. E, convenhamos, a última hipotese cairia melhor para os colorados. Bem que Fernando Carvalho poderia ir aos microfones para avisar que o Inter terminava sua pré-temporada por problemas de segurança - mesmo que este não fosse o principal problema. Ficaria feio para a cidade de Bento Gonçalves, mas nem tanto para o clube porto-alegrense.

Mas, como disse o próprio Fossati: "É importante o carinho do torcedor, mas também é a privacidade para poder corrigir o que está errado". Bom, então chegamos à conclusão de que há coisa errada e que os trabalhos não estão agradando tanto assim a comissão técnica. Fosse isso, o Inter não estaria contando os dias para ir embora. É uma pena!